sexta-feira, 28 de setembro de 2012


ORQUÍDEAS PASSARINHO
                         
                     

Dirão... Flores bizarras.
São lindas, são coisas raras
Nâo têm asas, podem voar
São orquídeas "passarinho" suspensas no ar




Ornithocephalus agrupa cerca de quarenta espécies epífitas distribuídas pela América tropical e equatorial, normalmente crescendo à sombra nas matas úmidas. Sete estão registradas para o Brasil.
São plantas sem pseudobulbos, com folhas carnudas, chatas, equitantes, gumiformes, que formam belos leques ou fascículos sobre curtíssimo caule nodiforme, por vezes invertidos ou pendentes dos ramos das árvores. As múltiplas inflorescências, eretas ou arqueadas, emergem das axilas das folhas, em regra mais de uma vez por ano com poucas ou muitas flores, espaçadas ou próximas.
As minúsculas flores, são bastante variadas, sempre delicadas, e muito interessantes. Normalmente granulosas ou pilosas, com segmentos mais ou menos espalmados, algo côncavos, algo vicidulosas em regra brancas, quase translúcidas, com detalhes amarelos ou verdes, possuem labelo trilobado e a coluna, sempre muito alongada e sinuosa, como foi dito, tem a aparência de uma cabeça de passarinho com grande antera de rostro longo, ou seja prolongamento em forma de bico, com conetivo comprido e sobreposto ao rostelo dá coluna. Dentro de seu clado, Ornithocephalus é um dos poucos gêneros que não apresenta estaminóides dos lados da coluna.








http://geia-deusaterra.blogspot.com.br

quinta-feira, 27 de setembro de 2012



ORQUÍDEAS NA PRIMAVERA – PRINCIPAIS CUIDADOS


Na primavera intensifica-se o número de exposições nas quais aparecem muitas orquídeas estrangeiras. Destaque para os Dendrobiuns, os Cymbidiuns, os Rynchostyllis gigantea, os Phalaenopsis e ainda algumas Coelogynes, que são plantas muito cultivadas no Brasil.

PRINCIPAIS CUIDADOS NA PRIMAVERA
As plantas despertam seus repouso anual e iniciam o desenvolvimento de seus brotos, necessitando agora de mais regas e adubação leve e sistemática. Lembre-se que as noites ainda são frias. Regue as plantas na parte da manhã para que o substrato não esteja muito úmido ao cair da noite. Repare que os Oncidiuns e Encyclias já se engalanaram com suas hastes florais.

ADUBAÇÕES
Além dos adubos orgânicos , composto por torta de mamona, farinha de osso e cinza vegetal, mais usado para quem tem pequena coleção de plantas, devem-se usar também adubos minerais em pequenas e racionais dosagem.
Use fertilizante na fórmula 30-10-10(meio grama por litro de água a cada quinze dias) até a formação de novos pseudobulbos e o aparecimento das espatas para floração. Essas fórmulas são compostas de NPK, responsável pela conservação das plantas. O papel de cada um desses elementos no vegetal assim se estabelece.
 Nitrogênio : responsável, de um modo geral, pelo crescimento e conservação das folhas, mantendo-as sempre verdes e sadias. É indispensável para o desenvolvimento dos “seedlings”(plantas pequenas que ainda não tiveram sua primeira floração) e de novas frentes nas plantas adultas.
Fósforo : ativa o aparecimento e o crescimentos de novas raízes e a formação de elementos florais (botões e flores).
Potássio : é fundamental para o fortalecimento das plantas, tornando-as resistentes às pragas e doenças.

PRAGAS E DOENÇAS
Época muito propícia para o ataque de pragas e doenças. Lembramos ainda que nunca é demais observar com atenção os cuidados que se devem tomar com o uso de defensivos.
Por Waldyr Fochi Endsfeldz
Revista O Mundo das Orquídeas – Ano º 2 – nº 7

segunda-feira, 24 de setembro de 2012


ORQUÍDEA GONGORA

Este gênero de orquídeas foi exaustivamente estudado por Ruiz & Ravón e dedicado a Don Antonio Caballero Gongora, bispo de Córdoba, (Espanha) e vice rei de Granada (México).
Cerca de cinquenta a setenta espécies já foram descritas, que vão do México ao Sul do Brasil, vegetando em árvores à sombra de matas úmidas.

-atropurpurea Hooker. do lat. artif. ater, atra, atrum, preto + purpureus, purpureo. Gongora de púrpura escura.
-bufonia: adj. lat. artif. derivado de bufo, bufonis, sapo, assim chamada pela semelhança das flores com a figura exótica desse bratácio.
-minax: Reichenbach f.: cf. Galeandra minax.
-nigrita: do adj. lat. niger, nigra, nigrum, preto brilhante. É um diminuitivo espanhol. As flores aparecem pontilhadas de inúmeros pontinhos pretos.
-quinquenervis: o nome quer ser um adj. artif. formado de quinque, cinco + nervus, nervura, característica, decerto, das folhas.
-unicolor: adj. lat. formado de unus, um + color, cor.
Embora o Pe. Gonzáles Raposa só cite seis espécies, outras foram encontradas por pesquisadores e botânicos.
Fonte: Dicionário Etimológico das Orquídeas do Brasil - Pe. Gonzales Raposo.
"A espécie de orquídea Gongora quinquenervis Ruíz & Pavón é uma das 25 espécies pertencentes a este gênero amplamente cultivado. A espécie é epifítica e apresenta inflorescência racemosa, multiflora e muito perfumada.
A cultura de tecidos é freqüentemente utilizada para a propagação clonal em massa de híbridos e espécies de orquídeas, possibilitando a obtenção de plantas de alta qualidade fitossanitária em curto período de tempo (Arditti & Ernst, 1993)." Fonte: http://www.scielo.br/scielo.php?script= ... 1001000015
A Gongora quinquenervis pode ser encontrada na natureza, nas cores branca (alba), amarela, amarela com marrom, com ou sem pintas e vermelha.

Gongora flaveola
Gongora bufonia
Gongora rufescens
Gongora scarpephorus
Gongora quinquenervis
Gongora nigrita

Gongora bufonia
Prof. René Rocha diz em seu livro "ABC do Orquidófilo para uma, várias e muitas orquídeas" que "o gênero de 70 espécies epífitas estreitamente relacionadas com Stanhopea. Esse gênero do México e América tropical possui flores (acima de 30) de até 5 cm, intensamente perfumadas, em hastes arqueadas e longas que surgem das bases dos bulbos rugosos e com duas folhas pregueadas no seu ápice. Suas cores variam conforme a espécies, mais comuns em amarelo, creme, marrons ou avermelhadas. Suas flores são de curta duração. As mais conhecidas - armeníaca, aromática, fufonia, nigrita, pardina, quinquernervis, sanderiana. O seu cultivo é igual ao de Stanhopea."
A gênero Gongora é de fácil cultivo, devendo ser plantada, de preferência em cachepot. Possui pseudobulbos que lembram a fruta carambola e as flores muito exóticas, possuem duas políneas cerosas.

Esta orquidea comprei numa exposição.












domingo, 23 de setembro de 2012

ALGUMAS ORQUÍDEAS DA EXPOSIÇÃO EM CARAZINHO-RS 
22 e 23 set/2012





 






sábado, 22 de setembro de 2012

quinta-feira, 20 de setembro de 2012


A orquídea homem - Uma flor rara e exótica

Observem nessa orquídea que lembra o corpo de um homem. Seu nome científico é Aceras anthropophorum ou Orchis itálica, porém ganhou o apelido do “man orchid” ou “naked man orchid” (“orquídea homem nu”) por seu labelo ser semelhante a um corpo humano. Essa espécie é encontrada na Europa, desde a Grã-Bretanha até ao Norte da África.


Porém, estas flores estão se tornando cada vez mais raras e com riscos 
de desaparecer para sempre, devido às mudanças dos seu habitat natural. Geralmente florescem em fevereiro nos países europeus e sua beleza exótica fascina desde sempre. Como são raras, elas se tornaram um grupo de plantas muito procuradas por colecionadores.
Olha só que legal essas orquídeas gêmeas, descobertas pela fotógrafa e bióloga espanhola Ana Retamero. Parece até um casal de namorados de braços entrelaçados. Ela conta que estava tirando fotos da planta inteira e flores individuais, explorando todos os detalhes até que encontrou esse casal de braços dados. Não ficou linda a imagem?
Negócios do Japão – Curiosidade sobre o Japão e o Mundo
POSTADO POR BLOG DA BETE 




quarta-feira, 19 de setembro de 2012



CURIOSIDADES SOBRE AS ORQUIDEAS


Vamos mostrar a você, que é fã de orquídeas, algumas curiosidades interessantes sobre essa flor tão bela e tão desejada. Veja:
O termo “orquídea” é originário do grego “Órkhis” que quer dizer testículo e “Eidos” que significa aspecto, forma. Então “orquídea” quer dizer “em forma de testículos”; certamente em relação aos dois pequenos bulbos que as orquídeas do gênero “Orchis” apresentam. Sendo este o primeiro gênero a ser descrito, o nome acabou derivando para todas as outras plantas.
As orquídeas podem ser encontradas em quase todos os continentes do planeta. Só não existem na Antártida. Muitas pessoas pensam que são plantas parasitas, porque elas vivem nos troncos se outras plantas e árvores nas áreas tropicais. Mas isso não é verdade. Elas se alimentam do material em decomposição que cai sobre os troncos e sobre elas; e são amparados pelas raízes da planta.
Apesar de haver uma enorme variedade de orquídeas, selvagens criadas pelo homem; quase nenhuma tem qualquer utilidade que não seja a ornamental. Um dos poucos usos é a produção de baunilha pelas favas das orquídeas do gênero Vanilla. Mas, ainda assim, é mais barato produzir o sabor artificialmente. Se considerarmos apenas o uso ornamental, ainda assim poucas variedades se prestam a ele. A maioria das orquídeas tem flores pequenas e folhagens sem graça. O grande fator de melhoria é a manipulação genética feita pelo homem que produz híbridos de grande apelo ornamental e grande valor comercial.
Mesmo assim, existem colecionadores e criadores fanáticos no mundo todo e alguns chegam a pagar pequenas fortunas por um exemplar raro ou de beleza extraordinária.
O Equador é o país onde se encontra o maior número de espécies de orquídeas, atingindo a mais de 3.549 plantas, depois vem a Colômbia, com 2.723, a Nova Guiné com 2.717 e o Brasil com 2.590. Mas, Bornéu, Sumatra, Madagascar, Venezuela e Costa Rica também possuem um número enorme de espécies. Pelos continentes temos a América Latina e o caribe com cerca de 350 gêneros, a Ásia com algo em torno de 300 gêneros, a África com 125 a 150 gêneros a Oceania com 70, a Eurásia com 50 e a América do Norte com algo girando entre 20 e 30 gêneros de orquídeas catalogadas.
As orquídeas podem ser terrestres, arbustivas, litófitas (crescem em pedras), psamófitas (crescem na areia), saprófitas (crescem na turfa e em áreas com grande material em decomposição) e aquáticas (as mais raras). Há até uma espécie subterrânea na Austrália.
A maior orquídea em comprimento é a Vanilla pompona, com cerca de 20 metros. A menor do Brasil e talvez do Mundo é a Barbosella miersii. A única aquática conhecida é a Habenaria repens da Costa Rica. A que tem poder anticoncepcional é o Cymbidium madildum da Austrália. A que tem uma cauda com 45 centímetros é o Angraecum sesquipedale. A de maior flor no Brasil é a Cattleya warneri com 25 centímetros de diâmetro. A mais fedorenta do Brasil é o Pleurothallis foetens. Um exemplar de Aerides odoratum continua vivendo desde 1792.